(l.j.)
numa espera da ternura sempre delicadamente adiada. numa das bebedeiras santas e poeticas o espirito escreve sobre as visões de uma casa imaginada e sempre perdida. que venham os azuis das misérias sem padres mas com beijos reais. porquê o que deveras é necessário é realidade….que ardam todos os museus e que vivam todas as salvações humanas…
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~ por chamb em Dezembro 8, 2011.
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