•Fevereiro 9, 2010 • Deixe um Comentário
(gigposters)
?palavras para quê?

•Fevereiro 8, 2010 • Deixe um Comentário
(alessandro zuek somonetti)
como é limpida a voz silênciada

•Fevereiro 5, 2010 • Deixe um Comentário
(josh peters)
naqueles dias incendiavam as arvores e depois os olhos enchiam-se de sangue e era verão. nas ruas os corpos nús imitavam o desabrochar das flores e à noite a cerveja tornava os corações em jardins aguados e atrevidos. a recordação surgia como musica e havia dedos que perfuravam os corpos maduros. nas águas da viagem cresciam pantanos odiados e nesses alquimicos prazeres vaporosos um estranho sabor a fumos exorcizava uma palavra há muito esquecida – paraiso…era assim que viviam os santos que se amavam.

•Fevereiro 3, 2010 • Deixe um Comentário
(grain edit)
já com o atlas dos vinhos no bolso escrevo-te com a imitação de cores âmbar saídas das perfumadas noites biblicas. venham os pós desses bálsamos apaziguar os pés mil vezes castigados. venham os espinhos que deixam o metal na boca. venha o amor das mãos nuas.

•Fevereiro 1, 2010 • Deixe um Comentário
(massimo righi)
graças ao veneno antigo e às orquestas silênciosas…

•Janeiro 30, 2010 • Deixe um Comentário
(jake baddeley)
estou junto às bermas de uma estrada onde crescem ervas perfumadas sob oceanos sonhados por conquistar.

•Janeiro 28, 2010 • Deixe um Comentário
(katarina vavrová)
à procura dos frutos maduros
no interior da transparência do rendado da noite de luar

•Janeiro 26, 2010 • Deixe um Comentário
(ross berens)
adormeço no entarcecer. depois de um vento gelado nietzscheano…
(…) no fundo, só amo a vida – e, na verdade, nunca a amo tanto como quando a odeio!
nietzsche, assim falou zaratustra.

•Janeiro 22, 2010 • Deixe um Comentário

(flickr)
neste precioso e oculto momento é meia-noite e cumpro o ritual. escrever. escrever.escrever
benditos os malditos que escrevem sonâmbulos com as mãos trémulas.

dedico a todos os mal-ditos…

•Janeiro 18, 2010 • Deixe um Comentário
(tumbrl)

o paraiso é sempre o primeiro lugar oferecido
não acreditem em mais nada